3ª FEIRA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA TEM COMO DESTAQUE DIVERSIDADE E QUALIDADE DA PRODUÇÃO LOCAL
Produtos da agricultura familiar, alimentos artesanais e sabores que carregam a identidade das comunidades marcaram a 3ª Feira da Economia Solidária, realizada nos dias 9 e 10 de setembro, na Enseada Indústria Naval. A iniciativa reuniu oito expositores do Quilombo do Buri, Quilombo da Enseada e São Roque do Paraguaçu, dando visibilidade à diversidade e à qualidade da produção desenvolvida nos territórios.
Ao longo dos dois dias, os participantes apresentaram ao público produtos da agricultura familiar, dos quintais produtivos e da produção artesanal, entre eles coco verde e seco, aipim, pimenta, ovos caipiras, cocada, mingau, mungunzá, bolo de aipim, bolo de pote, lanches, mousses e geladinho gourmet.

Mais do que um espaço de comercialização, a Feira se consolida como uma oportunidade de valorização do trabalho realizado nas comunidades, aproximando produtores e consumidores e ampliando a divulgação de produtos que expressam conhecimentos, modos de fazer e potencialidades locais.
A Feira também amplia as possibilidades de geração de renda e fortalece as atividades produtivas desenvolvidas nas comunidades, ao abrir espaço para a circulação e o reconhecimento da produção local. Cada produto apresentado carrega o trabalho, a dedicação e os saberes de mulheres e homens que têm na agricultura, nos quintais produtivos e na produção artesanal importantes fontes de sustento, mantendo vivas práticas que preservam a cultura, a identidade e os saberes tradicionais dos territórios.
Realizada pela Enseada Indústria Naval, por meio do projeto Mulheres da Maré – Redede Saberes, a Feira da Economia Solidária vai além da comercialização de produtos. Ao reunir produtores, saberes e experiências de diferentes comunidades, o espaço também se consolida como um momento de intercâmbio, aproximação e construção de redes entre os participantes.


A cada edição, a Feira amplia a visibilidade da produção local, fortalece vínculos entre os territórios e contribui para o reconhecimento do trabalho desenvolvido nas comunidades. O encontro permite a circulação de conhecimentos, valoriza identidades e saberes tradicionais e reforça o sentimento de pertencimento, além de ampliar as conexões entre produtores, consumidores e organizações locais.
Dessa forma, a ação ganha ainda mais relevância ao criar, para além da comercialização, um espaço de troca e valorização do que é produzido nas comunidades, das histórias que acompanham essa produção e dos conhecimentos construídos e compartilhados ao longo do tempo. Assim, a Enseada contribui para o fortalecimento das atividades produtivas, a preservação de saberes e identidades e a ampliação das redes de colaboração entre os territórios tradicionais do entorno do empreendimento.
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Esta ação integra o escopo da Anuência FCP Nº 15/2010 e dos Programas de Sustentabilidade da Pesca, de Educação Ambiental – PEA e do Programa de Comunicação Social – PCS, integrante da Licença de Operação Nº 19.900, de 07/01/2020 e Licenças de Alteração Nº 20.117, de 14/02/2020, Nº 27.705, de 30/12/2022, Nº 28.961, de 28/06/2023 e 30.924, de 25/04/2024 emitidas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – INEMA.
